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24 juillet 2011 7 24 /07 /juillet /2011 10:05

Na França, há uma mulher violeta que todos deconsideram e que não tem importância para eles. A mulher violeta não se preocupa com nada. As pessoas sérias associam-na aos tempos livres, e aos feriados, à vida privada. A cor dela é a ultima do arco íris. Contudo, o que vive com a mulher violeta é invejado.

 

A mulher violeta é fragil. Desaparece mais rapidament que os reflexos da água. Persiste nos rios calmos, e nas bacias que escavam as fontes vivas.

 

Milan Kundera escreveu sobre a mulher violeta. É a que renuncia-se à tudo, a que fez falhar a primavera de Praga. Mas a mulher violeta dele não tem moral. Como se o trabalho feito bem justificasse os amores infíeis. A mulher violeta de Milan Kundera tembém centra tudo nela. Como se as mulheras violetas de um casal fossem concorrência. E como se, às vezes, não pudessem fazer uma.

 

A mulher violeta baixa-se de acordo com Simone Weil a filosofa do inicio do século XX°. Contudo, a existência participa com ela do humor, da beleza, da alegria, do encanto, das pequenas coisas da vida, das artes. É o meio sem o qual o pigmento não pode fazer a cor, ser é impossivel. Porque a mulher violeta traz o divertimento necessário para a concentração, o descanso necessário para o trabalho, para dizer tudo, à consciência. da nossa humanidade e da dos outros necessário ao conhecimento na caridade.

 

Faz voar os vestidos das mulheres com o vento. Para a reencontrar, é necessário às vezes retirar-se. Não existe sem a humilidade e a força.

Sabem quem é ? É a ligeireza.

 

Bibliografia : Milan Kundera L’insoutenable légèreté de l’être ; Simone Weil, La pesanteur et la grâce.

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Published by Monique Oblin-Goalou - dans Réflexions
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